A nossa colheita de 2022

 

Será possível escolher o melhor do ano que passou? Galeano ou Gombrowicz? Hrabal ou Čapek? Ocampo ou Ouředník? Bachmann ou Breton? Davis ou Debord?

 

Como diria Sócrates (o outro – não, também não é esse): «Não os conheço. Estou aqui para ler Gramsci na língua original e estudar a história do movimento operário.»

 

E sai um obrigado a todos quantos meteram o bedelho neste catálogo indomável. Para o ano há mais. 💅

 


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