{"title":"Júlio Henriques","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003cspan class=\"s1\"\u003eJúlio Henriques \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eé horticultor ortivo e criador de cavalos solazes. Gosta muito de fechar os olhos pra ver. É tradutor, publicista e editor, mais recentemente da revista \u003cem\u003eFlauta de Luz\u003c\/em\u003e. Dedica-se a uma arte exigente, o assobio planado, que se pratica através do apuramento de uma coisa rara, os tintos sem pesticidas.\u003c\/span\u003e","products":[{"product_id":"isidore-ducasse-e-o-conde-de-lautreamont-nas-poesias","title":"Isidore Ducasse e o Conde de Lautréamont nas Poesias","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003etradução \u003c\/strong\u003eSilva de Viseu\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTradução\u003c\/strong\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª edição\u003c\/strong\u003e 1980\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 36\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 972-608-024-X\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Raoul Vaneigem","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529798930,"sku":"","price":5.76,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/isidore_ducasse.jpeg?v=1531926258"},{"product_id":"para-uma-analise-do-movimento-libertario-e-da-sua-historia","title":"Para uma Análise do Movimento Libertário e da sua História","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cdiv class=\"book\"\u003e\n\u003cdiv class=\"border_wrapper\"\u003e\n\u003cdiv class=\"book_card\"\u003e\n\u003cdiv class=\"info_card\"\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp class=\"p1\" style=\"display: inline !important;\"\u003e\u003cspan class=\"s1\"\u003eProletário não é já a caricatura sociológica do homem vestido de ganga e de mãos calejadas pelo labor fabril. Proletário, hoje, é quem vive em rebelião.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp class=\"p2\"\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp class=\"p1\"\u003e\u003cspan class=\"s1\"\u003e«Pouco importa a origem social ou profissional do libertário. Ficar-se agarrado ao culto saudosista e fetichista dum proletariado sociologicamente determinado, na sociedade pós-industrial, é fixar não uma realidade viva, mas uma realidade vivida. Da mesma forma que a agitação proletária sucedeu às guerrilhas camponesas em muitos países “beneficiados” pela transferência de indústrias, também no Ocidente a movimentação dos \u003ci\u003eterciários\u003c\/i\u003e ocupa hoje o primeiro plano, inclusivamente nas lutas não institucionalizadas.» [Carlos da Fonseca]\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003etradução\u003c\/strong\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e\u003cspan\u003e1.ª edição\u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e 1988\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003epáginas\u003c\/strong\u003e 80\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eisbn\u003c\/strong\u003e 972-608-035-5\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv class=\"info_content\"\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv class=\"clear\"\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv class=\"autores\"\u003e\u003c\/div\u003e","brand":"Carlos da Fonseca","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529800274,"sku":"","price":6.36,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/para_uma_analise_do_movimento_libertario_e_da_sua_historia.jpeg?v=1508375135"},{"product_id":"brevissima-relacao-da-destruicao-das-indias","title":"Brevíssima Relação da Destruição das Índias","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cblockquote\u003eE ao romper da alva, estando os inocentes dormindo com suas mulheres e filhos, atiravam-se ao povoado, lançando fogo às casas, que comummente eram de palha, e queimavam vivos os filhos e as mulheres, antes de acordarem. E àqueles a quem poupavam a vida matavam-nos depois com tormentos, para que lhes dissessem de outros povoados com ouro, e aos que restavam marcavam-nos com ferros em brasa, a escravos.\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eFrei Bartolomé de Las Casas descreve nesta obra, com acerada pena, o inferno e a infâmia criados na América pelos tão celebrados descobridores quinhentistas. Esta \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eBrevíssima Relação\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e constitui por isso a primeira desmontagem sistematizada do colonialismo europeu, representando como tal um documento literário ímpar. No texto que neste volume se inclui como posfácio, do ensaísta espanhol Fernando Alvarez-Uría, completa-se a análise do que quase em simultâneo com a conquista militar dos povos «índios» levada a cabo a sangue e fogo veio a representar um dos maiores genocídios culturais da história, cujas repercussões nunca puderam ser varridas da vida real.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTítulo original \u003c\/strong\u003e\u003cem\u003eBrevísima Relación de la Destrucción de las Indias\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTradução\u003c\/strong\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePrefácio\u003c\/strong\u003e Hans Magnus Enzensberger\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª edição\u003c\/strong\u003e 1990\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 198\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 978-608-051-7\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Bartolomé de las Casas","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529800914,"sku":"","price":12.15,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/1990_brevissima_relacao_da_destruicao_das_indias.jpeg?v=1505384558"},{"product_id":"outono-alemao","title":"Outono Alemão","description":"\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003eExigia-se aos que iam atravessando este outono alemão que da sua desgraça extraíssem lições. Esquecia-se assim, porém, que a fome é um muito mau pedagogo.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo rescaldo da Segunda Guerra Mundial, quando a imprensa internacional retratava os escombros germânicos como um castigo merecido, Stig Dagerman derramava uma clarividente compaixão sobre os derrotados, questionando o prisma dos vencedores e o direito de humilharem um povo espezinhado. \u003cem\u003eOutono Alemão\u003c\/em\u003e (1947),  reportagem encomendada pelo jornal sueco \u003cem data-mce-fragment=\"1\"\u003eExpressen\u003c\/em\u003e, longe de pintar um quadro homogéneo, é uma vívida galeria de explorados e famintos, vítimas de uma guerra que não era sua, mas também de quem se empenhava não apenas em sobreviver, mas em capitalizar com a miséria alheia. Stig Dagerman, para quem o jornalismo era «a arte de chegar atrasado logo que possível», mergulhou nas ruínas de uma Alemanha desorientada, imersa na sua culpa e bloqueada pelas forças ocupantes, e recusou a hipocrisia de exigir dos sobreviventes uma contrição política. O resultado é uma obra jornalística com a perenidade da grande literatura, num registo objectivo e empático que inspiraria a imprensa vindoura.\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTÍTULO ORIGINAL\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003cem\u003eTysk höst\u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTRADUÇÃO, INTRODUÇÃO E NOTA BIOGRÁFICA\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e Júlio Henriques\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eILUSTRAÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e Gonçalo Duarte\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e3.ª EDIÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e2020\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePÁGINAS\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e152\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eformato\u003c\/strong\u003e 13,5 x 21 cm\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e 978-972-608-371-9\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Stig Dagerman","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529801234,"sku":"","price":12.6,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2020_outonoalemao.jpg?v=1599144647"},{"product_id":"a-noite-de-londres","title":"A Noite de Londres","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003eAs noites da cidade sucedem-se umas às outras semelhantemente, tal como as lâmpadas se acendem com a mesma voltagem – substitui-se a que desfalece, e é a mesma. Mas esta persistência basta para que a multidão noctívaga seja dominada pelo espectáculo e que nisso fareje uma espécie de ideal – o ideal duma existência onde reinem a saúde, a elegância, a bela surpresa e o perpétuo desejo – menos o perigo, menos a realidade.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003ePenetra-se na \u003cem\u003eNoite de Londres\u003c\/em\u003e como em águas fosforescentes. Romance? Por certo. Mas a linguagem deste livro – deste autor – ficaria por demais limitada nessa simples definição literária; a invenção é aqui demasiado corpórea para ser ficção.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm todo o caso, esta Londres está muito para além de qualquer \u003cem\u003eLondon by night\u003c\/em\u003e vista dum autocarro de turismo, com ar condicionado e palavreado de chacha; é mesmo o seu oposto. É uma deriva – a reunião da materialidade mais objectiva, num realismo de notações cortantes, e duma concepção metafísica de literatura.\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTítulo original\u003c\/strong\u003e \u003cem\u003eLa Nuit de Londres\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTradução\u003c\/strong\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª edição\u003c\/strong\u003e 1992\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e130\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 972-608-057-6\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Henri Thomas","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529801298,"sku":"","price":7.74,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/1992_a_noite_de_londres.jpeg?v=1501694116"},{"product_id":"cidade-do-homem-new-york","title":"Cidade do Homem: New York","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cblockquote\u003eE aqui, entre tanta gente, na cidade\u003cbr\u003esentimos que nada interessamos a ninguém.\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cp\u003e\u003ci\u003eCidade do Homem: New York,\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/i\u003e\u003cspan\u003eescrito ao longo de quase 50 anos, é uma obra-prima da poesia contemporânea. São três os seus temas principais: sexualidade, crime, vida urbana. Trindade circular do que incendeia o mundo. E adentro deste mundo, encimando-o, o estrépito mudo da cidade.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eÀ pergunta «Porquê Nova Iorque?», Fonollosa responde: porque Nova Iorque «é a síntese da humanidade. É o todo, concentrado numa pequena ilha. É a súmula do actual momento vivido pela civilização ocidental.» \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTítulo original \u003c\/strong\u003e\u003cem\u003eCiudad del Hombre: New York\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTradução\u003c\/strong\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePrólogo\u003c\/strong\u003e Pere Gimferrer\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª edição\u003c\/strong\u003e 1993\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 126\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 972-608-067-3\u003cbr\u003e\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"J. M. Fonollosa","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529801618,"sku":"","price":0.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/Cidade_do_Homem_New_York_Fonollosa.jpeg?v=1507288364"},{"product_id":"o-tempo-da-sida","title":"O Tempo da Sida","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eNa constituição do homem moderno, Michel Bounan vê o indivíduo desintegrado, feito de «um conjunto de elementos articulados». \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eE já não se trata aqui de arte literária, mas da mais prosaica realidade: para a medicina, com efeito, espelho vivo da sociedade mercantil, o ser humano não passa de um boneco.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTRADUÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eJúlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª edição \u003c\/strong\u003e1993\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas \u003c\/strong\u003e160\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e972-608-069-X\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Michel Bounan","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529801746,"sku":"","price":4.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/1993_o_tempo_da_sida.jpeg?v=1489446514"},{"product_id":"a-beleza-das-armas","title":"A Beleza das Armas","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003eA poesia é a arte do pobre; não medra num mundo de distracções.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cstrong\u003eRobert Bringhurst\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cp\u003eA arte poética de Bringhurst, cujas grandes fontes de inspiração vão do paganismo grego ao zen, com uma especial incidência nas zonas nativas das Américas, não trata preferentemente daquilo que é humano; pelo contrário, em boa medida constitui uma poesia do mundo não-humano desse calado e misterioso universo que sob os nossos pés e acima dos nossos crânios grita.\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTítulo original\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eThe Beauty of the Weapons\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTradução\u003c\/strong\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª edição\u003c\/strong\u003e 1994\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 326\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 972-608-073-8\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003ciframe src=\"https:\/\/www.facebook.com\/plugins\/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FAntigonaEditoresRefractarios%2Fvideos%2F836018743542457%2F\u0026amp;show_text=0\u0026amp;width=560\" width=\"560\" height=\"315\" style=\"border: none; overflow: hidden;\" scrolling=\"no\" frameborder=\"0\" allowtransparency=\"true\" allowfullscreen=\"true\"\u003e\u003c\/iframe\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Robert Bringhurst","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529801874,"sku":"","price":5.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/1994_a_beleza_das_armas.jpeg?v=1501155807"},{"product_id":"as-heresias","title":"As Heresias","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cblockquote\u003eO catolicismo e o protestantismo, aos poucos reduzidos ao estado de ideologias, não hão-de escapar, nos últimos anos deste século XX, ao fim dos totalitarismos e das formas de pensamento monolíticas.\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e«Os mitos da tirania mostram-se muito mais fortes que a veracidade. Certifica-o a história do cristianismo, dessa mitologia que a partir duma personagem messiânica inventada veio a tornar-se prosaica ortodoxia. Neste longo fim do Império da Mercadoria, com a sua decadência a fazer do mundo uma acelerada sucessão de ruínas exteriores e interiores, as crenças religiosas e o pulular das seitas respectivas são o icebergue da irracionalidade devastadora que hoje constitui a ideologia deste Império — que dos homens fez escravos chamando-lhes cidadãos. O cristianismo, invenção ocidental de um modelo de domínio pelo mito «humanizado», inaugura assim o absolutismo das ideias invertidas através de uma falsificação organizada. A sua história é obviamente incompreensível sem as heresias que sempre suscitou e que, muitas vezes materializadas em insurreições populares, puseram no terreno das exigências imediatas a comunidade dos bens, a abolição geral das hierarquias e o mais livre pensamento.»\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTítulo original \u003c\/strong\u003e\u003cem\u003eLes Hérésies\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTradução\u003c\/strong\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª edição\u003c\/strong\u003e 1994\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 172\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 972-608-081-9\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Raoul Vaneigem","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529802002,"sku":"","price":10.35,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/1994_heresias.jpeg?v=1505316088"},{"product_id":"panegirico","title":"Panegírico","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cdiv class=\"book\"\u003e\n\u003cdiv class=\"border_wrapper\"\u003e\n\u003cdiv class=\"book_card\"\u003e\n\u003cdiv class=\"info_content\"\u003e\n\u003cp\u003eA existir neste século um escritor a quem Debord porventura aceitaria ser comparado esse escritor é Karl Kraus. Ninguém melhor do que ele na sua encarniçada luta contra os jornalistas soube esclarecer as leis escondidas do espectáculo «os factos que produzem as notícias e as notícias que são culpadas pelos factos». Panegírico não sendo uma autobiografia — que Debord nunca escreveria — é no entanto um texto de carácter autobiográfico em que o autor resolve narrar apenas aquilo que amou surgindo por contraste tudo a quanto se opôs.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003etradução\u003c\/strong\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003epáginas\u003c\/strong\u003e 80\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e\u003cspan\u003e1.ª edição\u003c\/span\u003e \u003c\/strong\u003e1995\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eisbn\u003c\/strong\u003e 972-608-076-2\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv class=\"clear\"\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003cdiv class=\"autores\"\u003e\u003c\/div\u003e","brand":"Guy Debord","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529802194,"sku":"","price":8.55,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/1995_panegirico.jpeg?v=1489450581"},{"product_id":"tratado-do-estilo","title":"Tratado do Estilo","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cp\u003eDe negra fama, a história deste livro é trabalhosa: esteve para não ser publicado, a ele se opondo os figurões das letras Dom Gide e Dom Valéry. E mais tarde o próprio autor o renegou, de bem drástico modo, em testamento. Panfleto ou poema, o\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eTratado do Estilo\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eassinala etapa importante na história literária. Nele se concentram a insolência, o humor e o excepcional virtuosismo da escrita deste Aragon que nada poupa: arte, política, moral, civilização ocidental. Editado pela primeira vez em 1928, permanece ainda hoje intratável.\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTRADUÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eJúlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eANO DE EDIÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e1995\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eN.º PP.\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e184\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e972-608-079-7\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Louis Aragon","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529802258,"sku":"","price":5.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/1995_tratado_do_estilo.jpeg?v=1489453244"},{"product_id":"aviso-aos-alunos-do-basico-e-do-secundario","title":"Aviso aos Alunos do Básico e do Secundário","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cblockquote\u003eTudo aquilo que pode ser destruído deve ser destruído para que as crianças possam ser salvas da escravidão.\n\u003cp style=\"text-align: right;\"\u003e\u003cstrong\u003eKeats\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eDentre as drogas legais, a escola é hoje uma das mais notáveis, por ser obrigatória. Este livro, que não é nenhum guia, vem pôr um conjunto de interrogações a propósito dum fenómeno veridicamente espectacular: como pode ainda a energia juvenil \u003cem\u003esuportar a escola\u003c\/em\u003e?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e«Após ter arrancado o aluno às suas pulsões de vida, o sistema educativo passa a empanturrá-lo artificialmente, com vista a conduzi-lo ao mercado de trabalho, onde há-de continuar a recitar até à náusea o refrão aprendido nos verdes anos: que ganhe o melhor!\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMas ganhe o quê? Mais intligência sensível, mais afeição, mais serenidade, mais lucidez sobre si mesmo e sobre as circunstâncias, mais meios de agir sobre a sua própria existência, mais criatividade? Não senhor – mais dinheiro e mais poder, num universo que deteriorou o dinheiro e o poder à força de por eles ser deteriorado.»\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTítulo original \u003c\/strong\u003e\u003cem\u003eAvertissement aux Écoliers et Lycéens\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTradução\u003c\/strong\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª edição\u003c\/strong\u003e 1996\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 84\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 972-605-057-6\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Raoul Vaneigem","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529802386,"sku":"","price":4.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/1996_aviso_aos_alunos.jpeg?v=1505321762"},{"product_id":"brevissima-relacao-da-destruicao-de-africa","title":"Brevíssima Relação da Destruição de África","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cblockquote\u003eQue causa legítima ou que justiça tiveram estes Betancores para ir inquietar, guerrear, matar e escravizar aqueles canários, estando eles em suas terras livres e pacíficos?\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cp\u003eNeste texto, que se manteve manuscrito até 1875 e que até hoje ninguém terá lido com olhos de ler, Las Casas desmonta eticamente as empresas de conquista e escravização que ao longo dos séculos XV e XVI os portugueses e os espanhóis levaram a cabo em África e ilhas adjacentes, iniciando assim há cinco séculos a destruição deste continente.\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\u003c\/ul\u003e\n\u003cul\u003e\u003c\/ul\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTítulo original \u003c\/strong\u003e\u003cem\u003eBrevísima Relación de la Destrucción de Africa\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTradução\u003c\/strong\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eEstudo preliminar, organização do texto e notas\u003c\/strong\u003e Isacio Pérez Fernández\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª edição\u003c\/strong\u003e 1996\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 356\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 972-608-051-7\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Bartolomé de las Casas","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529802450,"sku":"","price":15.75,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/1996_brevissima_relacao_da_destruicao_de_africa.jpeg?v=1505389363"},{"product_id":"mortos-ou-coisa-melhor","title":"Mortos ou Coisa Melhor","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eEsta sociedade dá aos jovens três saídas: droga, suicídio ou submissão. Eu quero ser cantora de rock. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003etradução\u003c\/strong\u003e \u003c\/span\u003eJúlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003epáginas\u003c\/strong\u003e 120\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eano\u003c\/strong\u003e 1996\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eisbn\u003c\/strong\u003e 972-608-068-1\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Violeta Hernando","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529802642,"sku":"","price":8.39,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/Mortos_ou_Coisa_Melhor_Violeta_Hernando.jpeg?v=1507288830"},{"product_id":"colombo-e-outros-canibais","title":"Colombo e Outros Canibais","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cblockquote\u003eOs imperialistas, violadores e espoliadores não são propriamente pessoas que se perderam por caminhos errados. São dementes e vis no exacto sentido em que têm estas palavras. São pessoas enfermas do ponto de vista mental, e o que é trágico é que a forma assumida por esta patologia espiritual se revela infecciosa e alastra.\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eColombo e Outros Canibais\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e, obra insurrecta e espiritual, é uma abordagem da história colonial europeia sob o prisma das culturas nativas americanas. O mais interessante é que, tratando de um passado de devastações, este livro constitui uma reflexão muito séria sobre o presente — este dos hipermercados e respectiva destruição da natureza da pedagogia televisiva e concomitante incultura escolar\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTítulo original \u003c\/strong\u003e\u003cem\u003eColumbus and Other Cannibals\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTradução\u003c\/strong\u003e Kerstin Thomas \/ Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª edição\u003c\/strong\u003e 1998\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 204\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 972-608-094-0\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Jack D. Forbes","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529803090,"sku":"","price":4.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/1998_colombo_e_outros_canibais.jpeg?v=1505407022"},{"product_id":"internacional-situacionista","title":"Internacional Situacionista","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cp\u003eDa crítica radical das formas artísticas à formulação das bases programáticas da subversão social no moderno capitalismo hipertécnico e cibernético, a aventura da I.S. representa um avanço considerável na busca contra a estagnação mental. Os texto de Debord, Sanguinetti e Vaneigem aqui incluídos contribuem para uma reflexão iniciada há mais de 40 anos.\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTRADUÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eJúlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª EDIÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e1998\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e324\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e972-608-088-6\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Debord\/Jorn\/ Vaneigem et al.","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529803346,"sku":"Antologia","price":15.75,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/1998_internacional_situacionista.jpeg?v=1489424897"},{"product_id":"o-medico-inverosimil","title":"O Médico Inverosímil","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eO tema deste livro é a doença compreendida e tratada com base num método coerente e simples. Ao eleger como protagonista da narrativa a própria vida, com as suas desordens e alvoroços, o autor expõe a novela como uma forma sem princípio nem fim. Ramón Gómez de la Serna foi considerado nos anos 20 o mais importante escritor da sua geração. Valéry Larbaud, que em 1923 o introduz em França ao apresentar uma colectânea dos seus escritos, declara: «Os três maiores escritores deste século são Proust, Joyce e Rámon Gómez de la Serna.»\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003etradução\u003c\/strong\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e\u003cspan\u003e1.ª edição\u003c\/span\u003e \u003c\/strong\u003e1998\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003epáginas\u003c\/strong\u003e 246\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eisbn\u003c\/strong\u003e 972-608-098-3\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Ramón Gómez de la Serna","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529803602,"sku":"","price":4.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/1998_medico_inverosimil.jpeg?v=1489441722"},{"product_id":"a-economia-parasitaria","title":"A Economia Parasitária","description":"\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003eO trabalho foi o melhor que o homem pôde obter para nada fazer da sua vida.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003c\/em\u003eDois temas essenciais sustentam este livro:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e1. O tempo do homem está a concluir-se, sobrevindo agora o tempo da mulher, ou antes ressurgindo ou regressando, visto o homem haver extorquido à mulher o poder da sua afeição através dum impulso masculino brutal económico e guerreiro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e2. Uma crítica do trabalho assalariado unicamente concebível e analisável como nocividade aniquiladora do desejo que se impõe redescobrir.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO que Vaneigem expõe é o movimento de transformação conducente àquilo que designa como neocapitalismo, ou seja, a afirmação, a partir dos anos 80, de um movimento económico cuja principal característica política reside no reformismo e se oporia ao velho capitalismo de simples depredação da natureza e do homem.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO que ele assim concebe é uma disseminação e uma agudização das contradições sociais que justamente este neocapitalismo já está a suscitar a partir das opções que se vê forçado a tomar, em particular no que diz respeito às soluções energéticas, as quais por razões ecológicas inevitáveis o vão conduzir a investir nas chamadas energias verdes (solar, marítima, eólica) cujo aspecto mais importante (e estratégico, do ponto de vista do Autor) reside no carácter gratuito que revestem; uma gratuitidade tecnológica de cujas repercussões sociais e políticas se espera muito, não como panaceia deste sistema, mas como revelador das condições económicas que o têm tornado uma cidadela ideológica inatacável.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOu seja, Vaneigem não procede ao elogio deste neocapitalismo; o que ele procura é mostrar em que medida as suas contradições técnicas e sociais constituem um cadinho de possibilidades a partir dum imaginário liberto do espartilho económico.\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTradução\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e Júlio Henriques\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª edição\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e1999\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 108\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 972-608-103-3\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Raoul Vaneigem","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529803730,"sku":"","price":4.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/1999_a_economia_parasitaria.jpeg?v=1501595428"},{"product_id":"a-violencia-e-o-escarnio","title":"A Violência e o Escárnio","description":"\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003eSei apenas duas coisas muito simples. O resto não tem importância. A primeira é que o mundo onde vivemos é regido pela mais ignóbil quadrilha de tratantes que alguma vez pisou o chão deste planeta. A segunda é esta: acima de tudo, convém não os levarmos a sério; é isso que eles querem, que os levemos a sério.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eNuma grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, \u003cstrong\u003eA VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO\u003c\/strong\u003e (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTítulo original\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eLa violence et la dérision\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTradução\u003c\/strong\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e2.ª edição\u003c\/strong\u003e Janeiro 2026 [\u003cstrong\u003e1.ª ED.\u003c\/strong\u003e 1999]\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 184\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 978-972-608-488-4\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Albert Cossery","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529803922,"sku":"","price":14.4,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/files\/2026___A_Violencia_e_o_Escarnio.jpg?v=1768820092"},{"product_id":"alce-negro-fala","title":"Alce Negro Fala","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cblockquote\u003eE vi que o círculo sagrado do meu povo era um dos muitos círculos que faziam um só círculo, vasto como a luz do dia e a luz das estrelas, e no centro crescia uma imponente árvore florida para abrigar todos os filhos de uma só mãe e um só pai. E vi que era sagrada.\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eOriginalmente publicado em 1932, em Nova Iorque, este livro foi de imediato considerado uma das principais e mais sérias obras da cultura espiritual índia. O memorável encontro de John Neihardt com Alce Negro, em Maio de 1931, trouxe à luz a incompreensão que a maior parte das pessoas sentia relativamente aos indígenas, considerando-os gente bárbara, quando a sua espiritualidade se alicerça numa profunda veneração da terra e de toda a natureza. Alce Negro, longe de considerar extinta a cultura nativa americana, acreditava na sua renascença sob outras formas. É essa a significação primeira deste livro, confirmada pelo interesse que passou a despertar em todo o mundo.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTítulo original \u003c\/strong\u003e\u003cem\u003eBlack Elk Speaks\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTradução\u003c\/strong\u003e Fernando Gonçalves e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eIntrodução\u003c\/strong\u003e Vine Deloria, Jr.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª edição\u003c\/strong\u003e 2000\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 272\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 972-608-119-X\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"John G. Neihardt","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529817170,"sku":"","price":7.5,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2000_alce_negro_fala.jpeg?v=1505302535"},{"product_id":"mendigos-e-altivos","title":"Mendigos e Altivos","description":"\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003eQuando os funcionários do Governo abriram as urnas, notaram que na maioria dos boletins de voto estava escrito o nome Bargute. Ora os ditos funcionários não conheciam tal nome, que não figurava na lista de nenhum partido. Inquietos, logo se puseram à cata de informações; e acabaram por saber, pasmados de todo, que Bargute era o nome dum burro por quem toda a gente da aldeia nutria muita estima, por via da sabedoria do animal. É claro, não foi eleito. Estás tu a ver, um burro de quatro patas! O que eles queriam, lá os do Governo, era um burro só de duas patas.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cem\u003eMendigos e Altivos\u003c\/em\u003e, romance de 1955, é considerado a obra-prima de Albert Cossery, e foi objecto de três adaptações: duas ao cinema e uma em banda desenhada. Mendigo por decisão própria, Gohar, ex-professor universitário de Literatura e Filosofia, conduz-nos, através das ruas do Cairo e das ciladas da moral, a um conhecimento bruto e desprendido das peias com que a sociedade moderna abafa, logo à nascença, as possibilidades vitais dos seres humanos. Uma visão do mundo civilizado enquanto inutilidade orgânica, num explosivo \u003cem\u003ecocktail\u003c\/em\u003e de escárnio e reflexão\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e.\u003c\/span\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTÍTULO ORIGINAL\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e\u003c\/span\u003e\u003cem\u003e Mendiants et orgueilleux\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePREFÁCIO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e\u003c\/span\u003e Roger Grenier\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTRADUÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e\u003c\/span\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª REIMP DA 3.ª EDIÇÃO REVISTA E AUMENTADA\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e\u003c\/span\u003e 2025\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePÁGINAS\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e\u003c\/span\u003e 272\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eFORMATO\u003c\/strong\u003e 13,5 x 21 cm\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e\u003c\/span\u003e 978-972-608-372-6\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Albert Cossery","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529820754,"sku":"","price":16.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2020_mendigosealtivos_1.jpg?v=1598455956"},{"product_id":"recordando-a-guerra-espanhola","title":"Recordando a Guerra Espanhola","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cp\u003eA Revolução Espanhola ocupa um lugar-charneira na obra de George Orwell. A génese dos seus livro mais celebrados,\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eMil Novecentos e Oitenta e Quatro\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003ee\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eA Quinta dos Animais\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eremonta à Catalunha, onde o escritor pela primeira vez apreendeu em profundidade, no decurso da contra-revolução, a prática sinistra da falsificação histórica cientemente organizada.\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTRADUÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eJúlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª EDIÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e2003\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cb\u003ePáginas\u003c\/b\u003e 116\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e972-608-042-8\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"George Orwell","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529821970,"sku":"","price":9.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2003_recordando_a_guerra_espanhola.jpeg?v=1489452710"},{"product_id":"deus-tem-caspa","title":"Deus Tem Caspa","description":"\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e«Vai realizar-se em Viseu, no próximo fim-de-semana, o I Congresso Nacional de Delinquentes Juvenis, desde há muito projectado e a que já fizemos referência. Em declarações ao nosso jornal, o secretariado organizador adiantou estar confirmada desde já a presença de cento e sessenta e dois representantes dos numerosos núcleos federados e associações independentes de delinquentes juvenis de todo o país (incluindo as regiões autónomas e o Algarve). Toni Nardos, relações públicas do secretariado, fez questão de sublinhar que este I Congresso Nacional de Delinquentes Juvenis vai ser o pontapé de saída para um conjunto de acções a desenvolver em todo o país a partir do próximo mês, com o objectivo, nomeadamente, de ser superado o enorme atraso de Portugal neste campo.» («Noiticiário»)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003ePublicado em 1988, e esgotado há vários anos, \u003cem\u003eDeus tem Caspa\u003c\/em\u003e, obra mitológica de Júlio Henriques, abstém-se de qualquer crítica à teologia e –\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003edesengane-se o incauto leitor – não se debruça sobre problemas capilares no Além, um tema aliás muito pertinente e literário.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste conjunto de cáusticas crónicas e ficções visa antes o clima mental nacional, «um dos melhores, visto não fazer ondas», e a sociedade capitalista à portuguesa, ou seja, provinciana, apalermada. Lamentando «não vivermos tempos com turbulentas turbas perturbando as turbinas do torpor», Deus tem Caspa faz pontaria certeira à cacarejante modernidade até ela perder o pio.\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eAgora, para gáudio de muitos (ou não), em edição revista e aumentada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003ePrefácio\u003c\/strong\u003e Alice Corinde\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e3.ª Edição\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e2014\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 184\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eformato\u003c\/strong\u003e 13 x 21 cm\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 978-972-608-072-5\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Júlio Henriques","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31529832850,"sku":"","price":13.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2014_deus.png?v=1516881792"},{"product_id":"alucinar-o-estrume","title":"Alucinar o Estrume","description":"\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003eComeçou a ouvir distintamente o tropear de gado, num volume sonoro que o espezinhou obrigando-o a atirar-se ao chão e a escavar sofregamente um buraco na terra. Deus apareceu logo nesse buraco, muito teso, como se não fosse ele. E chamando Estêvão pelo nome, que ecoava como um arco retesado, fazia rugir a boca, muito aberta, e dentro dela um descampado onde mugiam filas de vacas, paralelas e perdendo-se em linhas no horizonte, sobre cujo lombo se desfraldavam bandeiras nacionais, de clubes e de empresas, tudo à mistura, sopradas por um vento forte que começou a agir com violência e a soar como açoites e a silvar com quanta fúria tinha, à mistura com mugidos amplificados que pareciam anunciar chuva da grossa.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eNas franjas indefinidas de uma sociedade que avança, absurda e doente, para o abismo que superiormente cria e quer, vão surgindo, às apalpadelas, núcleos de gente em busca de sentido. De um sentido central, que clama a partir da entidade viva que é o solo. Entre os que migram da cidade para o campo, em busca de uma utopia à mão de semear, o naturalista Estêvão Vao exprime uma oposição liminar à demência do astronauta, ao paradigma que corporiza a indigente ambição de se viver na Terra fora da terra.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eDesenhos a tinta-da-china\u003c\/strong\u003e José Miguel Gervásio\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª Edição\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e2017\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 176\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eformato\u003c\/strong\u003e 13,5 x 21 cm\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 978-972-608-287-3\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Júlio Henriques","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31534071314,"sku":"","price":12.6,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2017_alucinar.jpg?v=1501090280"},{"product_id":"mandrioes-no-vale-fertil-1","title":"Mandriões no Vale Fértil","description":"\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003eQue doidice é essa? Valha-nos Alá! Tu queres ir trabalhar! E Porquê? O que te desagrada nesta casa? Filho ingrato! Sustentei-te e vesti-te durante tantos anos e é esta a tua paga! Queres então cobrir-nos de vergonha!\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e«Se o mundo se transformou numa coisa mal-humorada, isso deve-se sem dúvida ao facto de agora ser preciso muito dinheiro para viver. A vida é muito simples mas tudo conspira para a tornar complicada. É quando nos vemos livres da ambição do dinheiro, do orgulho ou do poder que a vida se revela formidável.» (Albert Cossery)\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePor que razão deverá uma pessoa trabalhar, podendo evitá-lo? É nesta interrogação oriental que se alicerça toda a obra de Cossery.\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eMandriões no Vale Fértil\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e(1947), esgotado há vários anos, é o romance em que o autor dedica ao seu tema predilecto – o ódio sarcástico ao trabalho – uma maior amplitude filosófica. A mandriice, longe de ser um defeito, é cultivada como uma flor rara e preciosa pelas personagens deste livro. Numa vivenda a pedir obras, nos arredores de uma grande cidade egípcia, mora uma família singular: um ancião, os seus três filhos e um tio que ali encontrou refúgio depois de ter delapidado toda a fortuna. Convictos de que o trabalho engendra apenas a desordem e a desgraça, descobrem que manter a doce sonolência que reina em casa é, afinal, uma árdua tarefa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e\u003cspan\u003etítulo original\u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e \u003cem\u003eLes Fainéants dans la vallée fertile\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003etradução \u003c\/strong\u003eJúlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e\u003cspan\u003e3.ª edição\u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e 2022\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e\u003cspan\u003epáginas\u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e 220\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eformato\u003c\/strong\u003e 13,5 x 21 cm\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e\u003cspan\u003eisbn\u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e 978-972-608-123-4 \u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Albert Cossery","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":44347097426,"sku":"","price":13.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2014_mandrioes_658dd20e-12ab-4090-ac58-fea0f4322e76.jpg?v=1505745254"},{"product_id":"manuscrito-corvo-1","title":"Manuscrito Corvo","description":"\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003eOs homens fazem o que não querem. Para alcançarem este objectivo, tão absurdo em nosso entendimento, inventaram quem mande neles.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eUma das obras mais singulares de Max Aub,\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eManuscrito Corvo \u003c\/em\u003e(1955) é o caderno de notas de um certo corvo Jacobo, em que o nosso alado narrador relata, com ironia e em prol da comunidade corvina mundial, as suas impressões sobre a estranha espécie humana. E é num dos «centros culturais de maior nomeada» – o campo de concentração de Vernet, onde Max Aub esteve encarcerado nos anos 40 – que Jacobo perscruta o quotidiano, perplexo com a irracionalidade e os absurdos das criaturas sem penas. Neste tratado sobre a condição do Homem, sobre as suas contradições e supostas certezas, resta ao sagaz pássaro concluir que, depois de tudo observar, o melhor é voar dali para fora.\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTÍTULO ORIGINAL\u003c\/strong\u003e\u003cem\u003e Manuscrito cuervo\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTRADUÇÃO E PREFÁCIO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eJúlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eILUSTRAÇÃO DE CAPA\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eRicardo Castro\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª EDIÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e2017\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003epáginas \u003c\/strong\u003e176\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e978-972-608-299-6\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Max Aub","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":44591953746,"sku":"","price":13.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2017_manuscrito-corvo_6b5c2246-3db6-4d5a-b5ac-b7ac7d50feb2.jpg?v=1516107592"},{"product_id":"da-miseria-no-meio-estudantil","title":"Da Miséria no Meio Estudantil","description":"\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eUm dos mais belos actos de subversão e um dos textos situacionistas mais célebres, na antecâmara do Maio de 68. \u003cbr\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cem\u003eDa Miséria no Meio Estudantil \u003c\/em\u003e(1966) é um dos textos situacionistas mais célebres, a par d’\u003cem\u003eA Sociedade do Espectáculo\u003c\/em\u003e, de Guy Debord, e da \u003cem\u003eArte de Viver para a Geração Nova\u003c\/em\u003e, de Raoul Vaneigem. Pequena bomba contestatária, deflagrou no Escândalo de Estrasburgo, quando jovens iconoclastas, eleitos no meio da apatia geral para a associação de estudantes local, fizeram questão de a dissolver e de publicar este libelo às custas da universidade. Este incendiário panfleto apontava o dedo à domesticação e à infantilização da camada estudantil, denunciando as universidades como «organizações institucionais da ignorância», ao serviço da sociedade de consumo. Teve inúmeras traduções e edições de milhares de exemplares e, em 1968, tal como as pedras da calçada, correria de mão em mão em Nanterre e nas ruas de Paris.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cem\u003eDa Miséria no Meio Estudantil é agora republicada com vários anexos, entre os quais a banda desenhada «O Regresso da Coluna Durruti», de André Bertrand, e excertos de cartas de Guy Debord sobre a organização deste opúsculo. \u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTradução, prefácio e selecção de textos\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e Júlio Henriques\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eCapa\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e Ricardo Castro\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª edição\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 2018\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 128\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 978-972-608-322-1\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"AA VV","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":7829532737572,"sku":"","price":5.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2018_da_miseria-capa.jpg?v=1525711986"},{"product_id":"entretanto","title":"Entretanto","description":"\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003eDe uma ponta à outra do planeta, nós vivemos numa prisão.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e«Ando em busca de palavras que descrevam o período da história que estamos a atravessar.» Com \u003cem\u003eEntretanto\u003c\/em\u003e (2008), brevíssimo ensaio de extraordinária beleza e lucidez, John Berger encontrou-as. Comentário cristalino à fracção de tempo em que vivemos, \u003cem\u003eEntretanto\u003c\/em\u003e compara a distopia neoliberal contemporânea a uma prisão: um espaço finito e circunscrito, de vigilância consentida e permanente dos nossos passos, de modelação opressiva dos nossos pensamentos. Nesta penitenciária invisível de alienação e consumo, parece que a única liberdade que nos é concedida é a de nos afogarmos em cada vez mais fluxos de dinheiro e informação, de onde é impossível emergir. Entretanto, como resistir? Poético e provocador, John Berger toma o pulso a uma humanidade encarcerada entre o subúrbio e o local de trabalho, entre o gueto e o centro comercial, para chegar à suprema ironia: «A liberdade está lentamente a ser descoberta, não no exterior da prisão, mas nas suas profundezas.»\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTÍTULO ORIGINAL\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003cem\u003eMeanwhile\u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTRADUÇÃO E POSFÁCIO\u003c\/strong\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eCAPA\u003c\/strong\u003e Rui Silva\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª EDIÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e2018\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas \u003c\/strong\u003e72\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eFORMATO\u003c\/strong\u003e 13,5 x 21 cm\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 978‑972‑608-315-3\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"John Berger","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":9533023092772,"sku":"","price":8.4,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2018___entretanto.jpg?v=1540377916"},{"product_id":"a-sociedade-autofagica","title":"A Sociedade Autofágica","description":"\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003eAo lado da exploração — que continua a existir, e até em proporções gigantescas —, é a criação de uma humanidade «supérflua», ou mesmo de uma «humanidade-lixo», que se tornou o principal problema criado pelo capitalismo. O capital já não tem necessidade da humanidade e acaba por se autodevorar.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eO mito grego de Erisícton, o rei ganancioso que, ao violar a natureza, foi amaldiçoado pelos deuses com um apetite insaciável e se devorou a si mesmo, é o ponto de partida deste livro e a prefiguração da sociedade actual. Ensaio sobre o narcisismo contemporâneo, os mecanismos autodestrutivos da nossa época e a sua relação com o neoliberalismo desenfreado, \u003cem\u003eA Sociedade Autofágica\u003c\/em\u003e traça o retrato de um mundo que, como Erisícton, parece devorar-se a si próprio. Em diálogo com a tradição psicanalítica e a sociologia, de Sigmund Freud a Erich Fromm e Christopher Lasch, e rejeitando as ilusões de um sujeito livre e autónomo, forjadas pelas Luzes, Anselm Jappe prossegue neste livro a sua reflexão sobre a crise do capitalismo (já encetada em \u003cem\u003eAs Aventuras da Mercadoria\u003c\/em\u003e), que não só destrói o planeta, pela sua abordagem predatória, mas também a réstia de humanidade no novo homem descartável, revelando o advento de uma nova subjectividade e as coordenadas de uma significativa regressão antropológica.\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTítulo original\u003c\/strong\u003e \u003cem\u003eLa Société autophage — Capitalisme, démesure et autodestruction\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTradução\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eJúlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eIlustração de capa\u003c\/strong\u003e Miguel Carneiro\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1ª edição\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e2019\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 352\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eformato\u003c\/strong\u003e 13,5 x 21 cm\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 978-972-608-342-9 \u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Anselm Jappe","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":11316924809252,"sku":"Capitalismo, Desmesura e Autodestruição","price":16.65,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2019_sociedade-autofagica.jpg?v=1558697158"},{"product_id":"a-cozinha-canibal","title":"A Cozinha Canibal","description":"\u003cblockquote\u003e\n\u003cstrong\u003eMAMÃ COM ROSAS BRANCAS\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003eBeije a mamã em ambas as faces e depois corte-a em duas; verta-lhe por cima água a ferver; retire-lhe a cabeça, que sorri com bondade — iria tirar-lhe o apetite —, bem como a coluna vertebral e todos os ossos que possam ser desossados. Em água simples, coza batatas, que irá cortar às rodelas e pôr numa salada. Misture na salada bocadinhos de mamã e regue com azeite quando servir. Não se esqueça de pôr umas quantas rosas brancas debaixo da travessa: elas irão proteger a toalha e, além disso, a mamã gostava tanto delas…\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/strong\u003ePor motivos insondáveis, esta obra nunca foi avistada nas estantes de livros de culinária, na companhia de títulos com igual \u003cem\u003esex appeal\u003c\/em\u003e gastronómico, entre os escaparates da auto-ajuda e da ficção estrangeira. Obra representativa do estilo pânico cultivado por Roland Topor, \u003cem\u003eA Cozinha Canibal\u003c\/em\u003e (1970) serve ao leitor quarenta e três apetitosas receitas antropófagas — quase meia centena de modos de preparar o \u003cem\u003ehomo sapiens\u003c\/em\u003e, uma das carnes mais injustamente subvalorizadas, de tão versátil e acessível —, bem guarnecidas de alguns truques de cozinha, aforismos deliciosamente macabros e sugestões de apresentação. Do míope gratinado à incontornável cabeça de patrão com puré, sem esquecer acepipes como o patê de camponês ou o picadinho de missionário com pão ralado — chefes \u003cem\u003eMichelin\u003c\/em\u003e e comensais de todo o mundo, regozijai com tanta proposta de confecção e degustação do vosso semelhante!\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTÍTULO ORIGINAL\u003c\/strong\u003e \u003cem\u003eLa Cuisine cannibale\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTEXTO E ILUSTRAÇÕES\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eRoland Topor\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTRADUÇÃO \u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003eJúlio Henriques\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª EDIÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e2019\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePÁGINAS\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 128\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eFORMATO DE BOLSO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e\u003cspan\u003e 10,5 x 15 cm\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e978-972-608-351-1\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Roland Topor","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":30375047954468,"sku":"","price":10.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2019_a_cozinha_canibal.jpg?v=1570527809"},{"product_id":"comentarios-sobre-a-sociedade-do-espectaculo","title":"Comentários sobre a Sociedade do Espectáculo","description":"\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eNunca a censura foi tão perfeita. Nunca foi permitido mentir com uma tão perfeita ausência de consequências. Pressupõe-se apenas que o espectador deve ignorar tudo, não merecer nada. Ao invés da pura mentira, a desinformação deve fatalmente conter uma certa parte de verdade, porém deliberadamente manipulada por um hábil inimigo.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eCompanheiro inseparável d’\u003ca href=\"https:\/\/antigona.pt\/products\/a-sociedade-do-espectaculo\" title=\"A Sociedade do Espectáculo | Guy Debord | Antígona\"\u003e\u003cem\u003eA Sociedade do Espectáculo\u003c\/em\u003e\u003c\/a\u003e, os \u003cem\u003eComentários\u003c\/em\u003e (1988) actualizam e confirmam, ao fim de vinte anos, as teses anteriores de Guy Debord, apresentando a noção de «espectacular integrado»: um conceito global que reúne o «espectacular difuso» do \u003cem\u003eamerican way of life\u003c\/em\u003e e o «concentrado» dos regimes totalitários, vertido na manipulação cada vez mais sofisticada dos desejos do ser humano, operada por Estados e meios de comunicação em nome do bem oleado capitalismo moderno. Este balanço do autor, quando o espectáculo se tornara ainda mais irracional e omnipresente do que ele previra em 1967 — que passa em revista a mentira e a contra-informação como técnicas para alcançar e manter o poder, a psicologia da submissão das massas, o fenómeno do culto das celebridades —, continua a falar alto e bom som, com clarividência, à contemporaneidade em que nos movemos.\u003c\/p\u003e\n\u003cul data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eTÍTULO ORIGINAL\u003c\/strong\u003e \u003ci data-mce-fragment=\"1\"\u003eCommentaires sur la société du spectacle \/ Préface à la quatrième édition italienne de La Société du spectacle\u003c\/i\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eTRADUÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e Júlio Henriques\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003e1.ª EDIÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e \u003c\/span\u003e2021\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003ePÁGINAS\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e 96\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cstrong\u003eFORMATO\u003c\/strong\u003e 13 x 21 cm\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e \u003c\/span\u003e978-972-608-365-8\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Guy Debord","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":32586088841252,"sku":"seguido de Prefácio à Quarta Edição Italiana d'A Sociedade do Espectáculo","price":11.7,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2020_comentariossobreasociedadedoespectaculo.jpg?v=1611070591"},{"product_id":"o-fim-do-mundo-nao-tera-acontecido","title":"O Fim do Mundo Não Terá Acontecido","description":"\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eO abuso de inteligência impede que se compreenda a estupidez e, por conseguinte, que a ela se possa resistir. Deste modo, a partir de um certo grau, a inteligência torna‑se suficientemente estúpida para considerar a estupidez tão inteligente como ela própria.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eDe Paris à Casa Branca, o tradutor Gaspard Boisvert — ex-conselheiro do «presidente americano mais estúpido da história do país», criador de \u003cem\u003eslogans\u003c\/em\u003e para bebidas espirituosas e plausível bisneto de Hitler — tenta escapar incólume ao processo mundial de estupidificação em curso. Porém, atormentado por frases como «a democracia ocidental é o estádio derradeiro duma sociedade avançada», «a excisão do clítoris constitui um facto cultural» ou «é preciso saber prever com antecipação», acaba por sucumbir a um esgotamento nervoso. A história de Gaspard dá o mote a um narrador empenhado em fornecer estatísticas embaraçosas da espécie humana — brinquedos sexuais favoritos, recordistas sanguinários, restrições alimentares dos devotos —, neste romance carregado de humor à Hašek e ironia à Rabelais, na senda de \u003ca href=\"https:\/\/antigona.pt\/products\/europeana-uma-breve-historia-do-seculo-xx\" title=\"Europeana | Patrik Ouředník | Antígona\"\u003e\u003cem\u003eEuropeana\u003c\/em\u003e\u003c\/a\u003e. \u003cem\u003eO Fim do Mundo Não Terá Acontecido\u003c\/em\u003e (2017) revela um Patrik Ouředník fascinado com o apocalipse, lançando-se com unhas e dentes aos lugares-comuns do discurso e ao imparável cretinismo dos nossos dias.\u003c\/p\u003e\n\u003cul data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eTÍTULO ORIGINAL\u003c\/strong\u003e \u003cem data-mce-fragment=\"1\"\u003eLa Fin du monde n'aurait pas eu lieu\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eTRADUÇÃO\u003c\/strong\u003e Júlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eILUSTRAÇÃO DA CAPA\u003c\/strong\u003e Eixa\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003e1.ª EDIÇÃO\u003c\/strong\u003e 2022\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003ePÁGINAS \u003c\/strong\u003e176\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong\u003eFORMATO\u003c\/strong\u003e 13,5 x 21 cm\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eISBN\u003c\/strong\u003e 978‑972‑608‑414-3\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Patrik Ouředník","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":40161534672932,"sku":"","price":13.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/ofimdomundoourednik.png?v=1650292245"},{"product_id":"in-girum-imus-nocte-et-consumimur-igni","title":"In girum imus nocte et consumimur igni","description":"\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eMereci o ódio universal da sociedade do meu tempo, e ter‑me‑ia irritado possuir outros méritos aos olhos de uma tal sociedade. Mas, segundo observei, foi ainda no cinema que provoquei a mais perfeita e a mais unânime indignação.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eIn girum imus nocte et consumimur igni\u003c\/em\u003e — «Movemo-nos na noite sem saída e somos devorados pelo fogo» — é o texto do filme homónimo de Guy Debord, lançado em 1978, em cujas palavras se divisa a visão coerente e combativa de um pensador maldito, escritor e cineasta que recusou, até ao seu derradeiro dia, integrar-se na sociedade do consumo. Completada por notas do autor para uso de produtores, de tradutores, de sonoplastas e do público em geral, esta edição crítica, publicada em 1990, lança uma nova luz sobre a autodenominada «intratável escória» situacionista, «o sal da terra; pessoas muito sinceramente prontas a deitar fogo ao mundo para que ele tenha mais brilho».\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003e«Em 1977, Guy Debord assinou um contrato para a realização de uma longa‑metragem. “Fica estabelecido que o autor realizará o seu trabalho com toda a liberdade, sem controlo seja de quem for e sem ter em conta qualquer observação sobre qualquer aspecto do conteúdo ou da forma cinematográfica que lhe pareça conveniente dar ao seu filme.” O próprio título só foi revelado quando o filme foi realizado. Era assim que Debord procedia, seguindo sempre “um princípio naturalmente pouco favorável à especulação financeira”. Os \u003cem\u003emedia\u003c\/em\u003e respingaram. Perante o muro de incompreensão mais ou menos fingida e as interpretações erróneas, Guy Debord considerou útil, em 1990, publicar uma edição crítica do texto do seu filme. É este texto que damos aqui a reler.» \u003cstrong\u003eAlice Debord (do preâmbulo)\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cul data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eTRADUÇÃO\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003eJúlio Henriques\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eCAPA\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003eRui Silva\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003e1.ª EDIÇÃO\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e \u003c\/span\u003e2022\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003ePÁGINAS\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e 88\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eFORMATO\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e \u003c\/span\u003e13,5 x 21 cm\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e \u003c\/span\u003e978-972-608-417-4\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Guy Debord","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":40293271371812,"sku":"","price":12.6,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2022_ingirum.jpg?v=1655657131"},{"product_id":"o-inquilino-quimerico","title":"O Inquilino Quimérico","description":"\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eQue crime teria ele cometido? Talvez o mesmo que a mosca apanhada na armadilha da teia de aranha. O prédio era uma armadilha, a armadilha funcionava.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eAdaptado ao cinema por Roman Polanski em 1976, \u003cem\u003eO Inquilino Quimérico\u003c\/em\u003e (1964) é, além de um clássico do humor negro com recortes kafkianos, uma obra que aborda temas decerto familiares a alguns leitores: má vizinhança, insonorização deficiente, devassa da vida privada – em suma, as maravilhas da propriedade horizontal. Quando o discreto Trelkovsky, um novo inquilino num prédio parisiense, se vê subitamente alvo do ódio dos vizinhos e de uma guerra sem motivo aparente, entra numa crise – imobiliária e existencial – com um desfecho imprevisível. \u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003eA paranóia cresce na medida da hostilidade ao recém-chegado, e resta um dilema: submeter-se à maioria e às suas regras ou seguir o caminho da insanidade?\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003e«História de um homem que enlouquece devido à hostilidade do mundo que o rodeia», segundo o autor, \u003cem\u003eO Inquilino Quimérico \u003c\/em\u003eé uma perturbadora odisseia na alienação urbana e num labirinto de normas incongruentes e absurdas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003ca href=\"https:\/\/issuu.com\/antigonarefractarios1\/docs\/pp.7-13_inquilino_quime_rico_antigona\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\"\u003eLer um excerto\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cul data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eTÍTULO ORIGINAL\u003c\/strong\u003e \u003ci data-mce-fragment=\"1\"\u003eLe locataire chimérique\u003c\/i\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eTRADUÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e Júlio Henriques\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003e1.ª EDIÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e \u003c\/span\u003e2023\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003ePÁGINAS\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e 168\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eFORMATO\u003c\/strong\u003e 13,5 x 21 cm\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e \u003c\/span\u003e978-972-608-421-1\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003e\u003ciframe title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XMpRckM8Ruw\" height=\"315\" width=\"560\"\u003e\u003c\/iframe\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Roland Topor","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":40571272396836,"sku":"","price":13.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/products\/2022_inquilinoquimerico.jpg?v=1674043031"},{"product_id":"carta-aos-reis-magos","title":"Carta aos Reis Magos","description":"\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003eCom estas prendas, estou certo de poder reconciliar-me com a Humanidade.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003e«Um pêlo do cu, mas limpo, do presidente de todas as Rússias» ou «um leque feito com pestanas de estrelas de Hollywood» são alguns dos desejos natalícios que encontramos nesta missiva endereçada a Baltasar, Gaspar e Melchior, que, como é sabido, segundo a tradição de \u003cem\u003enuestros hermanos\u003c\/em\u003e, distribuem prendas pelos meninos bem-comportados no dia 6 de Janeiro. Em \u003cstrong\u003eCarta aos Reis Magos\u003c\/strong\u003e (2012), \u003cstrong\u003eFernando Arrabal\u003c\/strong\u003e não se faz rogado e trata de pedir aos compinchas mãos-largas do Oriente um rol de prendas estapafúrdias e delirantes, troçando, com o seu sorriso pueril e escarninho, destes nossos tempos pejados de absurdidades.\u003c\/p\u003e\n\u003cul data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eTÍTULO ORIGINAL\u003c\/strong\u003e\u003cem\u003e Carta a los Reyes Magos\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eTRADUÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e Júlio Henriques\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eCONCEPÇÃO GRÁFICA \u003c\/strong\u003eRui Silva\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eILUSTRAÇÕES DA CAPA E DO MIOLO\u003c\/strong\u003e Christina Casnellie\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003e \u003c\/strong\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003e1.ª EDIÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e \u003c\/span\u003eNovembro 2023\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003ePÁGINAS\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e56\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eFORMATO DE BOLSO\u003c\/strong\u003e 10,5 x 15 cm\u003c\/li\u003e\n\u003cli data-mce-fragment=\"1\"\u003e\n\u003cstrong data-mce-fragment=\"1\"\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan data-mce-fragment=\"1\"\u003e \u003c\/span\u003e978‑972‑608‑453-2\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e","brand":"Fernando Arrabal","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48732216394054,"sku":"","price":8.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/files\/2023_cartaaosreismagos.jpg?v=1698926871"},{"product_id":"caminhos-da-insubmissao","title":"Caminhos da Insubmissão","description":"\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e«Desobedecer é o nosso primeiro dever de liberdade.»\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eCrónica da formação de um rebelde e de uma vida moldada pela escola do mundo, \u003cstrong\u003eCAMINHOS DA INSUBMISSÃO\u003c\/strong\u003e (2025) é uma aventura que atravessa décadas e continentes, avessa à linearidade e ao conformismo. Fundindo memórias íntimas, a atmosfera pesada dos últimos anos do salazarismo e as grandes convulsões da segunda metade do século xx, acompanhamos o percurso de Jorge Valadas, oficial da marinha que desertou da guerra colonial portuguesa, as dores do exílio, a escolha intransigente de um caminho de liberdade que o leva do Maio de 68 aos protestos contra a Guerra do Vietname em Nova Iorque e à Revolução dos Cravos. Este livro é a busca do sentido da existência num mundo tantas vezes hostil aos valores do humano, mas onde, «graças à insubmissão, a humanidade consegue por vezes impor-se ao ignóbil».\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTÍTULO ORIGINAL\u003c\/strong\u003e\u003cem\u003e Itinéraires du refus\u003c\/em\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eTRADUÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e Júlio Henriques\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eCONCEPÇÃO GRÁFICA E CAPA\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e Rui Silva\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003e1.ª EDIÇÃO\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e Julho \u003c\/span\u003e2026\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003ePÁGINAS\u003c\/strong\u003e 208\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eFORMATO\u003c\/strong\u003e 13,5 x 21 cm\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e 978‑972‑608‑499-0\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003eEste livro beneficiou de um apoio do PRR, no âmbito da medida Internacionalização, Modernização e Transição Digital do Livro e dos Autores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003e\u003cimg height=\"48\" width=\"332\" src=\"https:\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/files\/BARRA_LOGOS-03.png?v=1762956692\" alt=\"\"\u003e\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Jorge Valadas \/ Charles Reeve","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56976863265094,"sku":null,"price":14.4,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/files\/2026_CaminhosdaInsubmissao_JorgeValadas.jpg?v=1784539602"}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1828\/7185\/collections\/julio-h.jpeg?v=1515155490","url":"https:\/\/antigona.pt\/collections\/julio-henriques.oembed?page=2","provider":"Antígona","version":"1.0","type":"link"}