Morte Acidental de Um Anarquista | Revista Blimunda | Fundação José Saramago

Esta peça de Dario Fo e Franca Rame estreou-se nos palcos italianos em tempos agitados. Em 1970, ano da publicação desta dramaturgia, já se viviam os chamados Anos de Chumbo e a morte acidental aqui retratada bem podia servir de descrição a certas mortes “imprevistas” ou a alguns “suicídios” nos quais a vítima não teve qualquer colaboração. A farsa sempre foi um modo muito honesto e verosímil de retratar certas atitudes do poder.

Destaque para Morte Acidental de Um Anarquista, de Dario Fo e Franca Rame, na revista Blimunda, da Fundação José Saramago. Artigo de Sara Figueiredo Costa, para ler aqui.


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