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Sexografias, Gabriela Wiener | Entrevista | Ípsilon | ★★★★★
Interessa-me uma literatura viva, uma escrita vibrante, que bate, que transpira, que voa. Uma escrita física, ligada ao corpo e à performance. É por isso que sempre disse que estas histórias de Sexografias, que podem ser lidas como crónicas, como contos, como relatos, são crónicas do corpo relacionadas também com a exposição de uma vulnerabilidade. A valentia é fazer com que a intimidade transpareça e brilhe.
Em Outubro do ano passado, Gabriela Wiener esteve em Portugal para conversas e apresentações em torno de Sexografias e Retrato Huaco. Durante a sua passagem pelo Festival FOLIO, Isabel Coutinho entrevistou a autora para o Ípsilon. A peça foi publicada na sexta-feira e já está disponível para leitura no site do jornal, aqui.