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É bom notar que têm voz
os doutores em nada. Uma voz sem cátedra,
que assim a desconsagra. 

«Uma das razões mais tocantes desta escrita de Paulo da Costa Domingos reside precisamente na relativa indiferença com que sobrepõe ao vício da linguagem um outro vício mais radical: o da própria vida. Que possa ser sentida e pressentida como horror e conflito também pouco importa por sua vez a quem finda por a transfigurar numa outra dor: vocabular imaginativa convulsa.» (Joaquim Manuel Magalhães)

  • 1.ª edição 1995
  • Páginas 136
  • ISBN 972-608-080-0