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Como Animais, Violaine Bérot | Recensão e entrevista | ★★★★
A montanha mudou o meu carácter, a minha personalidade. A montanha é difícil. É íngreme. Nela, aprendi a paciência, aprendi a coragem, a determinação. E a observar os animais. Quando observo os animais, compreendo melhor os homens.
Violaine Bérot
Durante a sua estada em Lisboa, há duas semanas, para a apresentação de Como Animais, Violaine Bérot foi entrevistada por Pedro Rios para o Ípsilon acerca deste livro «curto e poderoso», em que «a forma polifónica evoca o cochichar das aldeias, essa inteligência colectiva, nem sempre benigna, em que informações verdadeiras ou falsas são passadas de pessoa para pessoa, cada uma delas acrescentando um ponto ao conto. (...) são as nuances, as diferenças entre relatos que alimentam a acção, preenchem o enredo.»
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